
...Tentei saber quem eras...tentei saber que nome te entregar...chamei-te acenando tantas vezes quantas as marés que o mar consegue encontrar...mas antes que eu pudesse tentar...estavas sempre ali...tu alma cheia de sabedoria, que com o teu silêncio és capaz de me calar...paravas horas no tempo enquanto me ouvias divagar...colocavas no meu mundo o perfume outrora esquecido...imaginei o teu rosto...procurei nas minhas memórias algo com que te identificar...fiz esboços do teu retrato com café...pastel, carvão...mas só então percebi que eras feito de valor e sentimento...então chamei-te simplesmente de meu anjo da guarda...



