Candeeiro de sal, pequena cascata, cuscuvilham ao lado de um pequeno jardim Zen...estátuas mexidas de piratas esquecidos, corais encontrados num único mar...tochas apagadas, bruxas de pano espalhadas como que assustadas...quadros de areia, papiros fechados em vidro, selados a cerejeira talvez...candeeiros de tecto baratos, dispersam todo o laranja da luz, formato de cone, como tornado...tornado que se aproxima de mim, em noite de calmaria...ondas de sete sois pintadas à lareira...conjectura das forças da natureza no meu canto de papel pintado...
...como corpo destapado, caído pelo sabor do cansaço...queimado pelo brilho incessante das estrelas que me escondem, e me revelam em grito calado, suspiro adiado, banco de jardim...


